segunda-feira, 26 de julho de 2010

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Anita querida,

Eu não voltaria. Tudo teve que acontecer de um jeito. Se fosse de outro "eu (não) teria sido amada". Deus me livre de enfrentrar aquilo tudo de novo! Já brigaram tanto comigo e eu me fazendo de forte ou, por que não, me fingindo de fraca. E ainda vem me perguntar se eu sentia segurança. Foi estranho responder. Eu já nem lembro como era. Ah essas máscaras que usamos são tão frágeis. Uma hora elas somem como coisas que somem e não se pode fazer nada para retornar. É isso. Eu não volto! A saudade fica, mas esqueço no fundo de alguma caixa e sigo.

Até breve.

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